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Segunda, 17 de Janeiro de 2022

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BRASIL|FORTES CHUVAS ELEVARAM O NÍVEL DA BACIA DO RIO SÃO FRANCISCO

Fortes Chuvas deixaram a
bacia do Rio São Francisco em condição de cheia desde 2009

De acordo com a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), durante reunião de acompanhamento realizada na quarta-feira, 12, foi constatado volume de chuva acima da média esperada para dezembro de 2021, formando condições de umidade do solo e aumento do escoamento e vazão da bacia. O nível alto de vazão não era observado desde 2009 


Dados apurados pela ANA, mostram que o nível de inundação do São Francisco foi ultrapassado nos municípios mineiros de Pirapora, São Romão, São Francisco e
Pedras de Maria da Cruz.|Foto: Maurício de Almeida/TV Brasil

Por Agência Brasil - Brasília

A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) informou na quarta-feira, 12, que a bacia do Rio São Francisco está em condição de cheia em função das fortes chuvas nos primeiros dias do ano. A situação preocupa as localidades de ribeirinhos que vivem às margens do rio e seus afluentes. https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1436543&o=nodehttps://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1436543&o=node

Segundo a ANA, durante reunião de acompanhamento realizada na quarta-feira, 12, foi constatado volume de chuva acima da média esperada para dezembro de 2021, formando condições de umidade do solo e aumento do escoamento e vazão da bacia. O nível alto de vazão não era observado desde 2009. 

Os dados também mostram que o nível de inundação do São Francisco foi ultrapassado nos municípios mineiros de Pirapora, São Romão, São Francisco e Pedras de Maria da Cruz. 

“Nessas condições, caracterizada a necessidade de operação para controle de cheias, Cemig e Chesf, agentes responsáveis pelas principais hidrelétricas do rio São Francisco, identificam a necessidade de aumentar as vazões defluentes praticadas com o objetivo de preservar os volumes de espera dos reservatórios. Os volumes de espera são projetados para suportar as ondas de cheia e proteger as populações e estruturas abaixo das barragens contra inundações”, informou a agência. 

O volume atípico de chuva também atinge a cabeceira de um dos maiores rios do país, o Tocantins, bem como outros importantes cursos de água que nele desembocam, prejudicou milhares de pessoas e causou estragos em várias cidades dos quatro estados cortados pelo Rio Tocantins. 

 

Agência Brasil

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